Celulares antigos e o sucesso entre os jovens

Quem não se lembra do famoso Nokia 3310, que ficou mais conhecido no Brasil com o nome de “Nokia tijolão”? Esse e alguns outros celulares antigos foram muito populares nos anos 2000. O Nokia 3310 chegou a ser o primeiro celular de muitas pessoas naquela época.

Celulares antigos - Nokia 3310.
Imagem: Nokia.

O Nokia 3310 ganhou bastante fama principalmente pela sua bateria (que durava vários dias de uso) e pela sua resistência, sendo considerado até um celular “inquebrável” pelas pessoas. A Nokia vendeu mais de 126 milhões de unidades do aparelho e foi um dos celulares mais populares do mundo antes dos smartphones serem lançados.

Esse modelo de celular, bem como alguns outros modelos antigos e modelos no estilo flip, estão voltando a fazer sucesso entre os jovens nos EUA. Atualmente esses aparelhos são fabricados pelo HMD Global (que desde 2016 tem licença para fabricar aparelhos com a marca Nokia), e segundo a fabricante, as vendas aumentaram em 2022.

De acordo com um influenciador digital, a escolha de um celular com menos recursos ou “menos tecnológico”, pode ser uma maneira de cortar a dependência das mídias digitais. Pesquisas de mercado indicam que os jovens têm chamado os celulares antigos de detox digital e a tendência é de aumento nas vendas, já que 80% das vendas atualmente ocorrem somente na África, Índia e em países do Oriente Médio.

Celulares antigos - Sony CyberShot.
Imagem: Sony.

Além dos famoso celulares antigos, outros aparelhos tecnológicos dos anos 2000 também estão voltando a fazer sucesso entre os jovens, como as câmeras digitais. As câmeras digitais que foram muito populares no início dos anos 2000, estão voltando a fazer sucesso entre os jovens atualmente e a Sony CyberShot está voltando a aparecer em redes sociais como o TikTok.

Câmeras digitais e o sucesso entre os jovens atualmente

Existem algumas empresas como a Light (americana) e a Punkt (suíça), estão se especializando em vender aparelhos simples, para pessoas que querem se afastar da dependência dos smartphones e mídias sociais.

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